Trim!Trim!Trim! Está na hora! Quem nunca acordou com o pai ou a mãe, irmão ou irmã, esposo e namorado, falando esta cronológica frase? Somos treinados desde a infância que o mundo gira e esta volta têm 24h! Exatamente o período estipulado para se realizar tudo o que desejamos no decorrer do dia! Ele não para, não espera, não respeita as emoções, não sente como agente e não faz caso da loucura que fica a vida caso atrasemos! Atrasar! Lembra-me outra frase célebre que acompanha o ritmo do tempo: "você está atrasado!" Atrasado para a escola, para faculdade, para o trabalho, para o encontro, para o casamento, você está atrasado sexualmente, meu Deus quantos desdobramentos! Como podemos viver com tantos tic-tac's, zunido no ouvido? Até o amor, o mais desconexo dos sentimentos, ultimamente tem sido sincronizado nesta lógica. Chegou aos 30, tá na hora de casar! Como se vida fosse acabar logo alí! O tempo tem seu papel, e como tal, tem uma função e não define, o papel do ser humano. Aqui está o grande problema, quem define quem? O relógio me dirá o que fazer ou eu direi o que farei? Gosto muito de uma parte da Bíblia que fala sobre isso. Em Eclesiaste 3:1-9 diz: "Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus:tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado;tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir;tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar;tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora;tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar; tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz. Que proveito tira o trabalhador de sua obra?" Se você determina o tempo em que fará cada coisa, tempo para quê afinal?
Este blog destina-se a homenagear as pessoas que não apenas passam em minha vida, mas que ajudam-me a ser um ser humano melhor!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Tempo para quê afinal?
Trim!Trim!Trim! Está na hora! Quem nunca acordou com o pai ou a mãe, irmão ou irmã, esposo e namorado, falando esta cronológica frase? Somos treinados desde a infância que o mundo gira e esta volta têm 24h! Exatamente o período estipulado para se realizar tudo o que desejamos no decorrer do dia! Ele não para, não espera, não respeita as emoções, não sente como agente e não faz caso da loucura que fica a vida caso atrasemos! Atrasar! Lembra-me outra frase célebre que acompanha o ritmo do tempo: "você está atrasado!" Atrasado para a escola, para faculdade, para o trabalho, para o encontro, para o casamento, você está atrasado sexualmente, meu Deus quantos desdobramentos! Como podemos viver com tantos tic-tac's, zunido no ouvido? Até o amor, o mais desconexo dos sentimentos, ultimamente tem sido sincronizado nesta lógica. Chegou aos 30, tá na hora de casar! Como se vida fosse acabar logo alí! O tempo tem seu papel, e como tal, tem uma função e não define, o papel do ser humano. Aqui está o grande problema, quem define quem? O relógio me dirá o que fazer ou eu direi o que farei? Gosto muito de uma parte da Bíblia que fala sobre isso. Em Eclesiaste 3:1-9 diz: "Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus:tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado;tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir;tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar;tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora;tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar; tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz. Que proveito tira o trabalhador de sua obra?" Se você determina o tempo em que fará cada coisa, tempo para quê afinal?
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